Hoje os cidadãos santa-cruzenses – pelo menos os conscientes – devem estar se perguntando: Como um sujeito visceralmente ligado a atual administração municipal conseguiu, de maneira tão “magistral”, nos projetar nacionalmente com o epíteto de “A cidade das Lixas”? Como é possível um povo rico como deveria ser o nosso (no que concerne à economia) ser tão acomodado quando o assunto é o destino de seu próprio dinheiro?
A criatividade governamental em nos transformar na mais nova versão para o CAOS é o que remove, em parte, a fé e a força de espírito que poderia nos movimentar em direção à utopia de um país mais justo e digno... Por sua vez o que vejo são trabalhadores municipais indignados, incluindo PROFESSORES, mendigando o que deveria aparecer naturalmente em seus já surrados contra-cheques. Desse jeito é fácil ser eleito nessa cidade, terra fértil onde o analfabetismo político, de alguns, é abundantemente funcional na promoção da (des)educação.
Contudo estou acompanhado de perto toda a luta do sindicato santa-cruzense e, indignado, aproveito para pedir sabedoria a todo cidadão/eleitor ao ponderar sobre a forma maquiavélica encontrada pela prefeita ‘Neiva’ em transferir seu problema para as costas cansadas de seus trabalhadores... Apareça para negociar de maneira mais séria e comprometida, afinal, funcionários públicos também pagam impostos e são (em porcentagem bem considerável) parte fundamental desse povo que a Senhora insiste em sempre dizer que é seu, porém não o ampara como se em verdade o fosse...
Precisamos de mais LIVROS e Homens, como disse uma vez Monteiro Lobato. Homens fortes, competentes, eleitos por Homens, ainda, mais fortes que advêm de uma educação intensamente poderosa e fomentada por administradores que se preocupam de fato com a educação e seus MESTRES. Se cuidarmos de nossos ouvidos e de nossos professores, seremos, certamente, esses tais Homens e, enfim, teremos uma sociedade, daí então, promissora.
Essa é a Utopia, prefeita... Não a tire de nós!!!

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